5 bons apps de entretenimento para seu divertimento

Depois da série de 5 apps para organizar sua vida, hoje é a vez do divertimento (e da rima no título). Nesse post vou dar umas dicas de aplicativos para seu dispositivo móvel para aliviar aquele tédio de sala de espera do médico. Só espero que ele tenha WiFi, certo? 😉

1. Jasmine

Se você, assim como eu, não gosta do aplicativo oficial do YouTube e também não quer entrar no navegador do celular/tablet para ver um simples vídeo, seus problemas acabaram. De graça e sem propagandas, o único defeito dele é existir apenas para iOS.

Ele faz tudo: procura os vídeos, te dá informações sobre os canais, possibilidade de comentar e dar o like/dislike, caso você tenha uma conta no YouTube, ver o trending, os vídeos mais populares… Enfim, tudo que um usuário comum gosta de fazer, e com gestos muito fáceis e instintivos. Você pode inclusive dizer ao app em qual qualidade você quer carregar os vídeos na rede WiFi ou na rede celular, o que é muito útil caso você tenha limite de planos.

Recomendadíssimo. E se você for um bom samaritano, pode comprar o app por dois míseros dólares do sujeito para ter o parental control, funcionalidade que eu nem sei bem para que serve, já que o próprio YouTube limita razoavelmente bem o conteúdo que vai para o site. É mais para ajudar o sujeito, mesmo.

2. Netflix (site)

Você provavelmente já deve ter ouvido algum amigo falar do Netflix ou visto a propaganda com a voz do Goku na televisão e se perguntado se realmente valia a pena, se o streaming dos vídeos seria feito sem travar… Bem, eu tinha as mesmas dúvidas, dei uma pesquisada e resolvi tentar para ver qualé que é.

Bom, eu gostei demais. Ainda estou naquele mês grátis de experimentação e pretendo continuar assinando depois que ele acabar. O custo é de R$ 16,90 por mês por um plano que permite que até dois aparelhos toquem vídeos ao mesmo tempo, mas também tem um que custa um pouco mais, mas que permite que até quatro aparelhos toquem ao mesmo tempo.

Notem que eu usei a palavra ‘aparelhos’ e não ‘celular’ ou ‘tablet’. Essa é uma das ótimas características do Netflix: universalidade. Você pode assistir pelo navegador, por um aplicativo para Windows 8, por celulares, tablets, seu console e até em algumas Smart TVs. O melhor de tudo é que ele sincroniza onde você parou, o que você já assistiu até agora e te sugere filmes, séries e documentários baseado naquilo que você já assistiu. Ah, ele também te possibilita criar perfis diferentes dentro do sistema. Assim, você cria uma lista diferente da da (não encham: está certo) sua mãe, namorada, irmão, etc.

O catálogo não é comparável ao americano, mas, para meu uso, está bom. Você não vai encontrar filmes que acabaram de sair do cinema, mas tem obras recentes e outras nem tanto. Ainda assim, acho que está bom para a maioria dos usuários comuns. Vale lembrar que os filmes não ficam lá para sempre, então é sempre bom não esperar demais para ver algo. Li em algum lugar que a permanência mínima de um filme é 1 ano, e que alguns ficam mais de acordo com as visualizações e classificações dos usuários.

Uma das dúvidas que eu tinha era quanto à conexão – seria suficiente para fazer o streaming de boa? A minha é uma NET 10 Megas (download a 1MB/s), e vai fácil. Às vezes demora uns dois minutos para atingir o 1080 Super HD, que é a qualidade máxima, mas na maioria das vezes chega lá bem rápido.

Recomendadíssimo!

3. Crackle (site)

Bom, para encurtar a história, o Crackle é um Netflix, mas de graça e que exibe propaganda no meio dos filmes e séries. O catálogo é bem menor e bem menos variado, e a maioria dos filmes é antiga e bem estilão Sessão da Tarde. Com uma boa peneirada, você pode achar algo bom aqui e ali, mas não é nada demais.

O único ponto bom é que ele é universal e funciona em praticamente qualquer dispositivo. Porém, acredito que sem um conta, você não pode ajustar a qualidade dos vídeos nem fazer muita coisa em relação às propagandas, que chegam a ser irritantes.

É muito mais um complemento caso você realmente esteja desesperado sem Netflix do que qualquer outra coisa.

4. VLC (site)

Bom, sem muito mistério aqui. Como a maioria deve saber, o VLC é um reprodutor de vídeos muito útil pelos seguintes motivos: toca basicamente qualquer coisa e tem suporte para legendas. Bacana, não?

Isso você já sabia. O que você talvez não saiba é que ele existe também para dispositivos móveis – e é aí que tudo fica melhor. Você tem AQUELE filme ou AQUELA série que não tem em nenhum serviço e não tem jeito: você recorre a sítios corsários para saciar sua vontade de assistir seus personagens favoritos entrando numa confusão da pesada!

É muito fácil utilizar o VLC – no iOS, por exemplo, para adicionar um vídeo, é só arrastá-lo no iTunes junto com a legenda (que deve ter o mesmo nome) e voilà: tudo funcionando certinho. Maravilha. E recomendadíssimo.

5. IMDb (site)

Esse serve como um complemento para tudo que já escrevi aqui. O IMDb, para quem não conhece, é o Internet Movie Database, que contém informações sobre praticamente todo ator, atriz, série, filme e qualquer outra coisa que você queira procurar relacionada ao mundo cinematográfico e televisivo.

Ele tem um aplicativo bem fácil de usar, sem maiores problemas. Algumas funções só estão disponíveis para quem tem conta lá, mas para o usuário comum, o básico é suficiente. Afinal, lembrar quem é o Gandalf ou o bom e velho 007* é difícil, né?

E aí, gostou? Faltou algum essencial? Deixe sua opinião!

(*Só para constar, existe apenas uma resposta certa: PIERCE BROSNAN.)

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5 apps para organizar sua vida

Como sou um sujeito que gosta de tecnologia, gostaria de compartilhar cinco aplicativos que alguns talvez nem saibam que existam e que me ajudam muito a organizar leituras, compromissos e outras coisas mais.

estantes

Espero que os exemplares estejam organizados em ordem alfabética

1. Pocket (site)

Falei dele há pouco tempo, neste post. É um dos aplicativos mais úteis e versáteis que tenho instalado. Ele é universal e funciona em navegadores, celulares, tablets, kindles e qualquer outro dispositivo móvel que você utilize.

Basicamente, o que ele faz é salvar todo tipo de texto para você ler depois, quando tiver mais tempo. O melhor de tudo é que ele tira toda a formatação do texto e deixa em uma fonte só, que é customizável em seu tamanho e tipo. Ou seja, deixa você concentrado de fato na leitura e na visualização de fotos e vídeos, sem precisar espremer os olhos e fazer esforço para ler. Uso muito quando me deparo com um texto longo que requer tempo/concentração e no momento estou no trabalho ou fazendo outra coisa.

Além disso, ele permite que você coloque tags, favorite e arquive o texto para leitura posterior. Bom para quem, assim como eu, gosta de preservar textos que considera ótimos. 🙂

2. Calendário

Parece óbvio, mas não é. Muita gente não se adapta a agendas de papel e acaba desistindo depois de uma semana. Uma agenda eletrônica facilitaria muito a vida, né?

Disponível em todo tipo de sistema, o calendário é extremamente útil para manter seus compromissos organizados. O que uso é o Google Calendar, pois posso acessá-lo no navegador e ele sincroniza com meus dispositivos móveis. Ele também permite que você convite outras pessoas que tenham Gmail para os seus eventos e customize os alarmes para avisá-lo dias, horas ou minutos antes do seu compromisso.

3. 30/30 (site)

O 30/30 é um aplicativo desconhecido de muitos, mas ele é interessante para quem tem problemas com procrastinação em casa ou no trabalho. Nele você pode criar tarefas e determinar o tempo em que serão realizadas. Quando chegar no fim, um alarme soará para alertá-lo de que o tempo para aquela tarefa acabou e está na hora de você iniciar a próxima.

A interface é um pouco cheia para o meu gosto e alguns gestos acabam atrapalhando na hora de criação e edição das tarefas. Apesar disso, ainda é um bom aplicativo, ainda mais quem tem problemas para concluir trabalhos. Pena que só tem para iOS.

4. Evernote (site)

Provavelmente o mais conhecido de todos, o Evernote funciona como um híbrido de Dropbox com Google Docs. Você pode subir arquivos, inclusive sons e fotos, mas o foco principal dele é em texto. O bônus é que você pode customizar e colocar tags nas suas notas e criar cadernos diversos para, por exemplo, suas disciplinas na faculdade. Mas também dá para planejar viagens, organizar receitas… enfim, praticamente tudo. E o melhor, é universal e sincroniza via web!

O ponto negativo dele é que existe um limite de upload por mês, mas se você trabalha com textos, como nós jornalistas, não terá grandes problemas em relação a isso. E  também existem outras plataformas para upar sons e fotos, como o Google Drive (muito útil também, aliás).

5. IFTTT (site)

O If This Then That (IFTTT) é um aplicativo mais automatizador de tarefas do que propriamente um organizador. Ele é relativamente simples de se usar e pode ser uma mão na roda para quem tem múltiplas contas em serviços diferentes.

Dentro do app você pode criar “receitas” de automatização para determinado conteúdo. Por exemplo, se você tira uma foto, ele pode ser postada no Instagram e no Facebook automaticamente e ser enviada para upload no Dropbox.

É prático e útil para quem gosta de ter menos trabalho quando fizer alguma coisa no celular. Novamente, o ponto baixo é que só tem para iOS por enquanto.

Eaí, gostaram? Faltou algum aplicativo que você use que não está listado? Sugestões sempre são bem-vindas!

E os novos iPhones, hein?

Para quem estava em uma caverna e não ficou sabendo, a Apple realizou na tarde desta terça-feira um evento para anunciar os novos modelos de iPhone e também para falar do iOS 7, o sistema operacional da empresa que roda nos seus aparelhos móveis.

iphone

Este post no The Verge resume bem o que foi o evento. Na minha opinião, a Apple vem deixando a desejar nos smartphones desde a transição do iPhone 4S para o iPhone 5, quando, basicamente, a tela aumentou, decepcionando muitos fãs. No evento de terça, a empresa apresentou como verdadeiro diferencial o Touch ID, um sensor capaz de capturar impressões digitais através do botão home do iPhone 5S, o ‘high-end’ da companhia. Apesar desse recurso já existir no Motorola Atrix, acredito que houve melhora tanto no processo de captura quanto na utilização desta função para destravar o telefone e comprar aplicativos.

Além disso, a Apple anunciou um novo chip, o M7, que é exclusivamente destinado a processar dados referentes à geolocalização do aparelho, acelerômetro, giroscópio e outros recursos desse tipo. Essa funcionalidade deve aliviar um pouco a carga da bateria, que ficou um pouco maior nesta geração, à custa da espessura do aparelho. Eu nunca liguei muito para esse tipo de aspecto, já que não vejo como milímetros podem fazer uma pessoa desistir da compra de um smartphone.

No entanto, tirando isso, o mesmo de sempre: câmera melhor, processador mais rápido… Tudo que já sabemos. E, convenhamos, você não vai rodar um jogo pesadíssimo na maioria do tempo em que usar o smartphone. Entendo que para os desenvolvedores isso amplia as possibilidades, mas para o usuário final, pouco importa, já que a maioria das tarefas que ele realiza no aparelho são satisfatoriamente velozes, ou alguém sofre com lag para abrir o Facebook em um 4S, por exemplo?

Mas o que mais me deixou chateado foi que eles voltaram a fazer o que fizeram com o iPad 3: lançaram um intermediário para “tapar o buraco” e logo depois anunciaram um aparelho novo. Sim, eles descontinuaram o iPhone 5. Mas eles continuam vendendo o 4S, o anterior. O 4, naturalmente, foi descontinuado nessa transição, pois era o próximo da fila. É complicado fazer isso com o consumidor, que comprou o produto há menos de 1 ano e vê que ele não será mais vendido. E não é um aparelho barato, ainda mais no Brasil.

Por falar em preço, eles já foram divulgados: US$ 99 para o iPhone 5C básico de 16gb com dois anos de contrato e US$ 199 para o 5S de 16gb também com o contrato. As versões “avulsas” dos aparelhos saem por US$ 549 e US$ 649 (o 5C não tem 64gb) e US$ 649 a US$ 849 para o 5S.

O “avulso” mais caro sairia, no Brasil, por R$ 1.943,11, se fosse o mesmo preço. Obviamente isso não acontecerá, já que os impostos e as operadoras jogam o preço final no céu. Aposto que o mais caro será vendido em torno de R$ 3.600 (5S), e as versões mais baratas em torno de R$ 1.800 (5C).

Se temos uma boa notícia é que alguns modelos do aparelho funcionarão com a frequência do 4G brasileiro. Porém, eles não serão vendidos nos EUA, apenas na França, na Alemanha, no Reino Unido, na Austrália, na Nova Zelândia, na Coreia do Sul, em Hong Kong e em Singapura. Além de pagar o preço do aparelho, você terá de desembolsar uma quantia a mais para viajar a esses lugares, que costumam ser mais caros, tanto pela distância quanto pela moeda local.

Eu, sinceramente, não me senti compelido a comprar essa nova leva de iPhones. Eu quero mesmo é ver o iOS 7, que deve chegar no dia 18 de setembro. Obviamente esperarei alguns dias vasculhando por aparelhos com bugs e essas coisas que geralmente acontecem quando todo mundo começa a baixar ao mesmo tempo. Já que a inovação no hardware não foi lá muito drástica, quem sabe eles compensem isso no software, que exigirá algum nível de adaptação dos usuários. Podem esperar muita chiadeira no início.